Muitas pessoas permanecem doentes porque não estão dispostas a deixar o orgulho de lado. Não aceitam perdoar, evoluir, amar. Querem ficar bem sem deixar a mágoa e o rancor de lado. E isso é impossível.

A maioria deseja soluções fáceis e milagrosas, um passo a passo mastigado e garantido que vai dar certo. Seria só seguir esses passos e plim, se desconectou da dor, desligou os sentimentos e vai viver bem daqui pra frente. Quanta ilusão!

Esquecemos que não somos robôs, que não há manual de instruções ou um botão de liga e desliga emoções. Para a complexidade da natureza humana, não existe o fácil, nem o milagre. O que existe é construção e não há garantia de efetividade.

A cura é a experimentação das possibilidades. Às vezes, na primeira flui, às vezes na décima, nunca se sabe. Mas exige empenho, entrega, humildade. É preciso deixar velhos hábitos e construir novos.

Vai ser preciso perdoar, deixar de dar desculpas, parar de se sentir incapaz. Vai ter que saber que as pessoas vivem cada uma em seu contexto, do qual você não pode interferir. Ninguém é seu inimigo, são só outros aprendizados diferentes do seu.

Quem te faz mal também precisa de ajuda e se você não pode ajudá-lo, não o julgue, pois o que você tem feito para se ajudar? Seja melhor que isso. Faça o que te cabe. Aceite a sua cura e saia do papel de enfermo.

Curado você pode fazer muito mais por você, pelo outro e pelo mundo. Você será mais feliz, se sentirá bem e ainda vai emanar energia boa para a cura de outros. Isso é amor.

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