Não estamos no controle do tempo, do espaço, das revoluções sociais, dos fenômenos naturais, dos cenários mundiais, das escolhas/sentimentos dos outros. A ciência nos permite até prever e se proteger, mas um de nós, sozinhos, não temos a capacidade de alterar esses fatos.

Então, para um pouco e se pergunta: o que eu estou tentando mudar? Do que eu estou tentando mudar, o que faz parte de coisas que eu não posso mudar?

Você vai ficar impressionado com quanta coisa a gente perde tempo tentando alterar, sendo que não é de competência nenhuma nossa e não temos nem as ferramentas pra resolver o problema. Morre na praia, vem frustração… por coisas que mal tínhamos chances de fazer funcionar.

Precisamos praticar mais a aceitação do que não tem como não se aceitar. Se é noite, é noite; se há fatos, há consequências; se é um humano, tem emoções. Como vamos impedir e se indignar com isso, sabe? Com a ordem natural das coisas?

Vamos silenciar um pouco e acalmar essa mente frenética que anseia em pôr tudo num lugar diferente do que se é.

Image created by Daniel Barreto. Submitted for United Nations Global Call Out To Creatives – help stop the spread of COVID-19.

Escrito por Sarita Deoli

Baiana, advogada e estudante de Psicologia e Psicoterapia Holística. Criou o Trago o Sol em 2017 para conversar sobre as relações do ser humano consigo mesmo e com o mundo. Acredita no valor do autoconhecimento e do conhecimento em si. Tem mais esperança do que antigamente e insiste que não está aqui só de passagem.

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