Até que ponto podemos cuidar de alguém que gostamos? Qual o limite de atravessar a responsabilidade do outro pelo bem dele?

Queremos nos envolver e participar, fazer o melhor por quem amamos. Mas às vezes tudo que ele precisa é caminhar com as próprias pernas, assumindo suas próprias responsabilidades.

No fim, nós só podemos fazer por nós mesmos e emanar as melhores vibrações para a humanidade e os queridos. Aflições que fogem ao nosso controle, como o próprio nome já diz, são desvinculadas de nós.

As coisas ficam mais fáceis quando você entende que “isso não é meu e não é da minha responsabilidade”. Relaxe e lembre que é impossível abraçar o mundo. E então abrace a si mesma. 💛

Escrito por Sarita Deoli

Baiana, advogada e estudante de Psicologia e Psicoterapia Holística. Criou o Trago o Sol em 2017 para conversar sobre as relações do ser humano consigo mesmo e com o mundo. Acredita no valor do autoconhecimento e do conhecimento em si. Tem mais esperança do que antigamente e insiste que não está aqui só de passagem.

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