O planejamento que a gente faz na nossa mente ou até bonitinho no papel é muito lindo e aparentemente totalmente passível de cumprimento. Ele considera as horas que a gente tem no dia e a maior produtividade que a gente pode ter.

O que ele não considera é que a gente é um ser humano cheio de outras necessidades além de produzir. Que temos os nossos picos de produção, ao tempo que temos necessidade de descanso.

Num dia comum, temos que cumprir necessidades básicas, temos que nos relacionar, ter mesmo que um pequeno tempo para nós mesmos, nos alimentar, fazer atividade física. Sem contar os outros afazeres necessários na vida de cada um.

Ao criar uma meta, sua vida deve ser considerada. Seu bem estar deve ser considerado.

Às vezes a gente vê uma pessoa dando conta de tudo e esboçando sorrisos e pensamos, por que nós não damos conta também? Mas, primeiro, que a gente não sabe a que custo essa pessoa dá conta de tudo e o mais importante, não somos essa pessoa!

A nossa meta deve ser adequada a quem nós somos, às nossas capacidades e limitações. Senão só vamos nos frustrar por nunca bater a meta. E o problema nem sempre é você, é a meta que não está de acordo com a sua vida.

Imagem: Tess Schilke

Escrito por Sarita de Oliveira

Criadora do Trago o Sol, Advogada, Psicoterapeuta Holística e futura Psicóloga. É curiosa, gosta de estudar e escrever sobre o bem estar mental e social.

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