Independente de sua crença, o fato é que não existe um mundo sem dor. A diferença é que existe a dor comum, que se manifesta em alguns momentos e que é necessária para o nosso aprendizado; e a dor crônica desenvolvida pela nossa própria mente e/ou por uma doença.

Em relação à dor crônica, a que você sente incessantemente e muitas vezes não sabe nem identificar o porquê, a regra é muito simples, é preciso procurar um médico, psicólogo ou especialista da área.

Mas hoje eu falo com você que sente as dores eventuais da vida dando um peso muito maior do que elas têm. É preciso dar espaço para essa dor. Se revoltar e querer fazer a dor sumir não vai te ajudar muito pois ela ainda vai estar lá. O máximo que acontece se você fizer isso é adiar o contato com a cura dela.

A dor não é uma coisa que a gente chuta longe quando tá incomodando. Ela está integrada a você. Se você chuta a dor, você se chuta também❗

É preciso dar tempo a dor: deixar doer. Conversar com a dor, entender a dor, respeitar a dor. Ela vai existir e ela vai passar.

Quanto mais você luta contra a natureza universal das coisas, mais você sofre porque sobre tudo que não há controle, não iremos de controlar. 🦉

Imagem: Viktor Didkovskyi

Escrito por Sarita de Oliveira

Criadora do Trago o Sol, Advogada, Psicoterapeuta Holística e futura Psicóloga. É curiosa, gosta de estudar e escrever sobre o bem estar mental e social.

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